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Em tempos



Se a noite passa-se sem te dizer a verdade não ia ser igual. Tenho tudo na graganta, encravado na história da vida da gente.
Desculpa não mentir. Desculpa mesmo.
As pessoas falam de uma forma enigmática da vida.
Contam misérias doutros.
Retratos escuros vindos de fora.

Eu sei, é escuro lá fora. O vento corre e as árvores mexem.
É de noite e não passa mais.

No dia em que a vida mudou
   (pedintes. um jardim. um tempo.)
tudo começou normal. Na realidade, a vida é sempre normal.
Leavantou-se um vento de tempestade, cheio de húmidade de lugares assutadores. Digo lugares do passado, mas pode ser o futuro.
Paralelos da rua, sujidade de festa, meninos a jogar futebol. Passeia-se num local qualquer onde casais se mostram a outros que passam. E nós contando um conto triste.
O vento batendo na cara, as gentes a passar,
   (sempre gente a passar. tanto estranho tem esta vida!)
suspiros de derrota.

Na noite em que tudo mudou houve insónia, dor e verdades ditas.
Solidão numa cama arrancada ao leito da morte.
Frio
Vontade de voltar atrás ...
Comentários
1 Comentários

1 comentários:

joana meneses disse...

não, não é bem isso. só em Dezembro é que faço 16 :p
aquele título refere-se à minha primeira rasta que fiz ontem e vou fazer 16, logo primeira de 16 rastas :p